Architect Magazine

Muito boa essa revista! pra quem tem iphone, ipad ou ipod touch pode baixar o aplicativo que permite o donwload gratuito das edições mensais! Quem não tem, pode achar muita coisa no site também.

Na edição de junho saiu o projeto do Jürgen Mayer H. A maior estrutura de madeira do mundo!

“Madeira compensada, metal, cola remetem a um periodo muito distante na indústria da construção. Mas esses materiais ainda se encontram presente na atualidade, como foi demonstrado pelo projeto inalgurado em Março de 2011: o novo Metropol Parasol em Sevilha, Espanha. ”

A estrutura e o material não foi o que conduziu o desenvolvimento do projeto, inicialmente a preocupação do arquiteto foi a configuração do espaço, a ideia não era só uma praça sombreada, mas também um local para comércio, restaurante, galerias e até um museu-arqueológico. Depois de pensar nisso é que a estrutura foi desenvolvida, de forma inovadora e com o menor número de apoios possível, conseguiu-se criar o espaço esperado sem atrapalhar as antigas ruínas romanas que se encontram ali embaixo.

“É uma máquina para revitalizar o espaço público no coração da cidade velha.”

Metropol Parasol

Seville, Spain/Jürgen Mayer H.

 The Parasol structure is designed as a grid of right angles, which create equal bays measuring 5 feet square in plan.

Image

An archaeological museum is in the basement level, and a market hall occupies the ground floor.

The next level features commercial programming such as restaurants, and the structure is topped by an elevated promenade.

Image

por: Ingrid Matos

Anúncios

Quem tiver em Brasília vale a pena ir! Para mais informações clique aqui!

Por Ingrid Matos

 


Architext #4

Concurso IAB-RJ – Parque Olímpico

Depois do Porto Olímpico, agora é a vez do Parque Olímpico, como todos já devem saber, ontem (dia 03 de maio) abriram as inscrições do concurso Parque Olímpico feito pelo IAB-RJ (Para mais informções clique aqui).  Agora vamos pensar na importância desse concurso…

Leia o resto deste post »


Prancheta#3

Rua Arquitetos

Concurso Morar Carioca

Leia o resto deste post »


Architexts #1

Concurso público X Projetos encomendados

Eis a grande dúvida…é só ouvir qualquer coisa sobre uma possível obra pública que eu já penso: Quem vai fazer o projeto? Será que vai ter concurso? Fico de olho em todos os concursos que aparecem, até hoje não fiz nenhum, mas acho muito boa a idéia de entrar num desses…muitos arquitetos começaram suas carreiras com premiações desse tipo, as vezes ainda na faculdade! A iniciativa é excelente, inúmeras soluções espaciais para um mesmo local, difícil é escolher só um vencedor. Aqui no Rio temos vários exemplos bons de projetos que foram resultados de concursos, dos quais eu destaco os projetos dos ministérios (principalmente o ministério da educação-MEC) e depois o projeto do circo voador. Dois exemplos completamente diferentes mas que melhoraram consideravelmente o espaço e seu entorno.
Agora com essa onda de arquitetos internacionais alguns projetos foram encomendados diretamente no exterior, como a cidade da música de Christian de Portzampac e o museu do amanhã de Santiago Calatrava.
Museu do amanhã
Olhei bem os projetos e a sensação que tenho é que os arquitetos sequer tomaram conhecimento do local antes de projetar, no máximo viram algumas fotos…ano passado fui numa palestra do calatrava (o cara é um gênio) e ele falou sobre o museu, o projeto é super elaborado com mil preocupações de sustentabilidade e tal, mas não sei se na prática vai funcionar. O local é o Pier Mauá, que hoje abriga grandes eventos culturais da cidade do Rio de Janeiro e é praticamente a única parte da região portuária que funciona, mas mesmo assim, eles vão aterrissar ali um museu calatravense! Bom, olhando na paisagem é extraordinário! Lindo! E o projeto em si é completo, atende todas as exigências funcionais etc. Mas uma coisa que eu sinto falta é a influência do lugar na arquitetura, a vida, as pessoas, a cidade, os acontecimentos, tudo isso existe e não pode ser ignorado. Arquitetura não é so arte + tecnica, nisso o calatrava não peca, mas também é o urbano, a vivência. Essa vida que o lugar tem só pode ser percebida por quem vive e faz parte da história do lugar.
Arquitetura é algo pessoal, o grande desafio é ler as pessoas e os lugares e transformar isso em um projeto que elimine (ou ao menos minimize) os problemas locais utilizando todo o potencial que o mesmo oferece.
Postado por: Ingrid Matos