Architexts#5

Rafael Moneo

Nascido na espanha, concluiu o curso de arquitetura em 1961 em Madrid, tem em seu currículo vários projetos representativos e muitos prêmios, entre eles o Prêmio Pritzker em 1996. Atualmente é uma figura fundamental na parte conceitual e teórica da arquitetura.

“Antes mesmo de ser traduzido para o português, o livro Inquietação teórica e estratégia projetual, de Rafael Moneo, era peça obrigatória para os estudiosos do assunto. No volume, Moneo analisa de forma simples e objetiva a produção de oito arquitetos (ou equipes) da contemporaneidade. O resultado é fruto das aulas que ele ministrou no início dos anos 1990 em Harvard. “Sempre acreditei que as escolas de arquitetura deveriam prestar atenção no cenário contemporâneo, nos arquitetos que ainda não passaram ao Olimpo dos manuais”, explica o espanhol na abertura. Em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, Moneo afirmou que, se fizesse nova seleção, incluiria Kazuyo Sejima e Steven Holl. Sem querer contrariá-lo, na minha lista ele seria o nono. Utilizando seu método – primeiro apresentar o autor e depois analisar algumas obras mostrando imagens -, vamos brincar de ser Moneo, navegando por sua própria obra.” (fonte)

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Architext #4

Concurso IAB-RJ – Parque Olímpico

Depois do Porto Olímpico, agora é a vez do Parque Olímpico, como todos já devem saber, ontem (dia 03 de maio) abriram as inscrições do concurso Parque Olímpico feito pelo IAB-RJ (Para mais informções clique aqui).  Agora vamos pensar na importância desse concurso…

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Architexts#3

Top 10*Books Arquitetura+Urbanismo

Quem ja leu a nossa bio sabe que eu me formei no final do ano passado! Ai veio aquela dúvida, fazer logo o mestrado ou ficar um tempo no mercado de trabalho? Tem tantas oportunidades pra trabalhar que fica dificil sair desse meio depois que você entra, mas cheguei a conclusão que eu não quero trabalhar nas idéias dos outros! Sou arquiteta, e a melhor parte da profissão é criar!
Vi uma entrevista do Christian Portzampac que ele falava como a arquitetura brasileira é repetitiva e cansativa! Infelizmente tive que concordar, ele até fala de alguns arquitetos nacionais que se destacam, mas a maior parte é monótona. Ele atribui isso à falta de estudo antes dos projetos, as pessoas querem tudo pra ontem e obras importantes não são pensadas como deveriam.
Eu já tinha resolvido que queria fazer mestrado, mas isso ajudou a frisar a importância do arquiteto na sociedade! Nós temos a responsabilidade de construir (e manter em funcionamento) a cidade! E precisamos nos empenhar para desenvolver esse trabalho! Sem dúvidas aliar a pesquisa e a pratica é fundamental para cosneguir isso! Não é difícil, conheço algumas pessoas que começaram no pouco, com projetos, de mestrado ou premiados, conseguiram montar seus escritórios e hoje, além de fazer trabalhos muito legais, continuam vinculados as instituições de ensino!
Já tinha olhado alguns lugares pra fazer e resolvi tentar o PROURB. Que venham as provas!

Aproveitando o tema vou colocar aqui a bibliografia proposta no edital do ano passado! Alguns estão em falta nos sites mas foi como eu achei! Tenho quase certeza que os carinhas que vendem livro na FAU vão ter ou então podem encomendar! Depois que eu ler todos faço um post comentando cada um ; )

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Architexts#2

Arquitetura Reciclável

Sustentabilidade, reciclagem, redução, alternativas energéticas, etc. A preocupação com o meio ambiente tem crescido a cada dia. Também não é pra menos, se nada for feito, brevemente o planeta vai se tornar insustentável.

Na arquitetura os projetos estão cada vez mais auto suficientes, ou seja, produzem o que gastam, é claro que um edifício 100% sustentável ainda é muito caro e o retorno financeiro é a longo prazo, isso faz com que se invista somente em parte do projeto, o mais comum é captação de energia solar e águas das chuvas, mas existem várias outras técnicas.  Nesse site tem uns textos legais sobre o tema.

Agora falando de cidade, a quantidade de novos empreendimentos e o mal uso do territórios são os principais fatores que tornam as cidades insustentáveis. Tantas áreas abandonadas nos centros, enquanto as pessoas moram nas periferias e gastam horas de deslocamento para chegar ao trabalho, fato que gera o aumento da emissão de CO2 e coopera para o surgimento de novas habitações irregulares.
A grande idéia seria aproveitar as áreas abandonadas. Alguns arquitetos já tem feito isso, é comum ver casas antigas sendo transformadas em centros culturais, mas tem crescido também a reutilização de prédios inteiros, abandonados, para novas habitações.
Os antigos silos em amsterdam são um exelente exemplo de reaproveitamento!

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Architexts #1

Concurso público X Projetos encomendados

Eis a grande dúvida…é só ouvir qualquer coisa sobre uma possível obra pública que eu já penso: Quem vai fazer o projeto? Será que vai ter concurso? Fico de olho em todos os concursos que aparecem, até hoje não fiz nenhum, mas acho muito boa a idéia de entrar num desses…muitos arquitetos começaram suas carreiras com premiações desse tipo, as vezes ainda na faculdade! A iniciativa é excelente, inúmeras soluções espaciais para um mesmo local, difícil é escolher só um vencedor. Aqui no Rio temos vários exemplos bons de projetos que foram resultados de concursos, dos quais eu destaco os projetos dos ministérios (principalmente o ministério da educação-MEC) e depois o projeto do circo voador. Dois exemplos completamente diferentes mas que melhoraram consideravelmente o espaço e seu entorno.
Agora com essa onda de arquitetos internacionais alguns projetos foram encomendados diretamente no exterior, como a cidade da música de Christian de Portzampac e o museu do amanhã de Santiago Calatrava.
Museu do amanhã
Olhei bem os projetos e a sensação que tenho é que os arquitetos sequer tomaram conhecimento do local antes de projetar, no máximo viram algumas fotos…ano passado fui numa palestra do calatrava (o cara é um gênio) e ele falou sobre o museu, o projeto é super elaborado com mil preocupações de sustentabilidade e tal, mas não sei se na prática vai funcionar. O local é o Pier Mauá, que hoje abriga grandes eventos culturais da cidade do Rio de Janeiro e é praticamente a única parte da região portuária que funciona, mas mesmo assim, eles vão aterrissar ali um museu calatravense! Bom, olhando na paisagem é extraordinário! Lindo! E o projeto em si é completo, atende todas as exigências funcionais etc. Mas uma coisa que eu sinto falta é a influência do lugar na arquitetura, a vida, as pessoas, a cidade, os acontecimentos, tudo isso existe e não pode ser ignorado. Arquitetura não é so arte + tecnica, nisso o calatrava não peca, mas também é o urbano, a vivência. Essa vida que o lugar tem só pode ser percebida por quem vive e faz parte da história do lugar.
Arquitetura é algo pessoal, o grande desafio é ler as pessoas e os lugares e transformar isso em um projeto que elimine (ou ao menos minimize) os problemas locais utilizando todo o potencial que o mesmo oferece.
Postado por: Ingrid Matos